sábado, setembro 07, 2013

A CEIA DO SENHOR NO REINO DE DEUS


Otoniel M. de Medeiros

Marcos 14.25: “Em verdade vos digo que jamais beberei do fruto da videira, até àquele dia em que o hei de beber, novo, no reino de Deus.”

Os discípulos deram continuidade à celebração da Ceia do Senhor (I Co 11.23-34); como entender Mc 14.25? Deduzimos que o Senhor Jesus na instituição da Ceia do Senhor participou do pão e do vinho. O Dr. Russel na Bíblia Shedd, comenta: “Jesus consagra-se para a morte pelo Seu voto de nazireu (Nm 6.1-21), enquanto prediz a sua ressurreição.”

Nos quarenta dias após a ressurreição há uma convivência harmoniosa entre o Senhor e os seus discípulos, testemunhas escolhidas por Deus. É uma profunda relação entre o imortal e o mortal, é o Senhor no domínio da morte; abre-se entre eles uma dimensão do Reino de Deus. Este quadro ajusta-se perfeitamente ao Milênio, na forma como eu creio. É possível a relação do ressurreto com o mortal, não outra forma. Não são relações de espíritos, mas relação de corpos. A transfiguração, Mt 17.1-12, é outro exemplo.

A transfiguração, que é um cumprimentos de Mt 16.28:  “Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que não provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino.”, é também uma interseção entre o nosso mundo e o Reino de Deus.

Nestes quarenta dias diferenciados, entendo que o Senhor Jesus reúne-se com os seus discípulos, no mínimo uma vez, em forma de Ceia do Senhor, e cumprem-se as Suas palavras em Mc 14.25. Os versículos seguintes sinalizam isto: 

Atos 1.4: “E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual disse ele, de mim ouvistes.” 

Atos 10.41: “não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos.”



A Ceia do Senhor com o seus discípulos, após a ressurreição é o que chamamos A Ceia do Senhor no Reino de Deus (ou uma amostra em escala reduzida).

(Texto em construção, deixe a sua opinião)

Nosso abraço na paz e sempre na paz.

Otoniel M. de Medeiros