segunda-feira, fevereiro 24, 2025

UM SÓ POVO (2/2)

 

UM SÓ POVO

Gálatas 3: 26Pois todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; 27porque todos vocês que foram batizados em Cristo de Cristo se revistiram. 28Assim sendo, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vocês são um em Cristo Jesus.

HERDEIROS DA CRUZ

Romanos 8.17“E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.”

A realidade de HERDEIROS DA CRUZ, traz um eterno significado cristão onde recebemos uma herança espiritural imensurável: salvação e filiação que desencadeia o direito à herança eterna pela completa redenção em Cristo Jesus. Somos coerdeiros com Cristo.

O CAMINHO DA HERANÇA

Ser herdeiro da cruz é viver com a bandeira da esperança sempre hasteada, aguardando a plenitude do Reino de Deus, uma herança incourruptível; os salvos são perseverantes, Apocalipse 21.7: “Quem vencer herdará todas as coisas, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.”

CONCLUSÃO

A herança aguardada é admensionalmente superior em glória as dificuldades do presente: “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.” (Romanos 8.18).

 

Na graça de Cristo Jesus,


Otoniel Medeiros🙏✝️


sexta-feira, fevereiro 21, 2025

UM SÓ POVO (1/2)

 

  UM SÓ POVO

Gálatas 326Pois todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; 27porque todos vocês que foram batizados em Cristo de Cristo se revistiram. 28Assim sendo, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vocês são um em Cristo Jesus.


TODOS SÃO FILHOS DE DEUS (v.26)

Este texto traça uma grande diferença entre os crentes da antiga aliança e os da nova aliança. Ou seja, da escravidão para a liberdade em Cristo Jesus. Na nova aliança há uma definição terminante na redenção em Cristo Jesus, ou seja, SALVAÇÃO E FILIAÇÃO. Com a filiação vem o direito de herança. No original o termo filho é usado nas leis de adoção e herança de Roma no séc. 1. Tanto homens como mulheres desfrutam de todos os privilégios e obrigações e direito de herança dos filhos de Deus.

ADIÇÃO À FILIAÇÃO (2.27)

Em adição à filiação (v.26), Paulo insere duas imagens do novo tempo: o batismo e o revestimento de Criso. BATISMO: Os crentes já desceram à morte, morreram para a antiga aliança, era da lei, para o pecado e para a morte (Rm 6.3-4; Gl 2.19; 6.14) e saíram da água como participantes da nova criação (2Co 5.17), de Cristo se revestiram. O termo "revestidos", significa que vestiu uma roupa e assume uma nova vida e propósitos por meio da união espiritual com Cristo.

NÃO PODE HAVER NEM JUDEU NEM GREGO (v.28)

Na nova aliança a distinção entre judeus e gentios não exite mais (Ef 2.11-22), isso não significa o fim das distinções e do papel de cada um, de homem e mulher como foram criados e outras particularidades até escatológicas. O versículo destaca a unidade dentro da diversidade e não a similaridade.

CONCLUSÃO

Em Cristo todos somos igualmente amados, chamados e capacitados para o Reino de Deus.

Graça e paz,

Otoniel M. de Medeiros


(Fonte: Bíblia de Estudo NAA - Nova Almeida Atualizada)

domingo, dezembro 22, 2024

A FÉ CRISTÃ


A FÉ CRISTÃ


Frases de teólogos e líderes cristãos sobre a fé cristã:

  1. Agostinho de Hipona:
    "A fé é acreditar no que você não vê; a recompensa dessa fé é ver aquilo em que você acredita."

  2. Martinho Lutero:
    "A fé é um viver ousado e confiante na graça de Deus, tão certo de sua benevolência que morrer mil vezes por ela não abalaria."

  3. John Wesley:
    "A fé cristã não consiste apenas em aceitar o evangelho como verdadeiro, mas em confiar no Cristo vivo que nos redime."

  4. C. S. Lewis:
    "A fé é a arte de segurar firme às coisas que a razão já aceitou, apesar de suas mudanças de humor."

  5. Billy Graham:
    "A fé simples em Cristo é mais valiosa que todo o dinheiro do mundo."

  6. Dietrich Bonhoeffer:
    "A fé é apenas verdadeira no seguir. Só aquele que acredita é obediente, e só aquele que é obediente acredita."

  7. Charles Spurgeon:
    "Pouca fé levará sua alma ao céu, mas grande fé trará o céu à sua alma."

  8. João Calvino:
    "A fé é como uma chama no coração, movida pelo Espírito Santo, que nos une a Cristo."

  9. Francisco de Assis:
    "Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras."
    (Uma reflexão sobre viver a fé através das ações.)

  10. D. L. Moody:
    "A fé faz grandes coisas; mas é a Deus que dá toda a glória."

  11. "A fé é a certeza daquilo que esperamos e a convicção daquilo que não vemos." - Hebreus 11:1 (Bíblia Sagrada)

  12. "A fé não é apenas crer, mas também confiar." - Agostinho de Hipona

  13. "A verdadeira fé não é apenas uma crença intelectual, mas uma confiança viva e ativa em Deus." - João Calvino

  14.  "A fé é o olhar da alma para Deus." - Jonathan Edwards

  15. "Fé é confiar em Deus, mesmo quando não entendemos." - Charles Spurgeon

  16. "A fé cristã não é apenas uma doutrina, mas uma experiência pessoal com Deus." - Billy Graham

  17. "Sem fé, é impossível agradar a Deus." - Hebreus 11:6 (Bíblia Sagrada)

  18. "Deus não é apenas um Deus de possibilidades, mas de realidades." - Andrew Murray

  19. "A oração é o alimento da fé." - E.M. Bounds

  20. "A fé move montanhas, mas primeiro move o coração." - Desconhecido

  21. "Fé é a capacidade de confiar em Deus, mesmo quando tudo parece impossível." - Rick Warren

  22. "A verdadeira fé transforma a vida." - Tim Tebow


Essas frases refletem a essência da fé cristã, enfatizando a confiança, a certeza e a relação pessoal com Deus, ou seja, a profundidade e a essência da fé cristã em diferentes perspectivas e contextos.

Otoniel Medeiros


quarta-feira, dezembro 18, 2024

A PRIMEIRA VINDA DO SENHOR JESUS E A MATEMÁTICA

 

A PRIMEIRA VINDA DE CRISTO E A MATEMÁTICA

Esse estudo é frequentemente citado na literatura evangélica e vem de trabalhos como os de Peter W. Stoner, um professor de matemática e ciência, no livro Science Speaks (1958). O propósito era mostrar, de forma matemática, o quão improvável seria que mesmo uma pequena parte das profecias messiânicas pudesse se cumprir “por acaso” em uma única pessoa — e assim evidenciar que o cumprimento das profecias em Jesus não poderia ser mero acidente histórico.

Resumo do estudo matemático
  • Peter Stoner analisou 8 profecias messiânicas específicas, escolhidas por serem objetivas, claras e verificáveis, como:

    • Nascimento em Belém (Mq 5.2);

    • Um mensageiro preparando o caminho (Ml 3.1);

    • Entrada triunfal em Jerusalém (Zc 9.9);

    • Traição por 30 moedas de prata (Zc 11.12);

    • Dinheiro usado para comprar o campo do oleiro (Zc 11.13);

    • Mudo perante os acusadores (Is 53.7);

    • Crucificação com criminosos (Is 53.12);

    • Perfuração das mãos e dos pés (Sl 22.16).

  • Probabilidade calculada:
    Stoner e sua equipe estimaram, com base em estatísticas conservadoras, que a probabilidade de apenas 8 profecias como essas se cumprirem na mesma pessoa por acaso seria 1 em 10¹⁷ (1 seguido de 17 zeros).

  • Ilustração usada no livro:
    Imagine cobrir o estado do Texas (ou algo do tamanho de toda a França) com moedas de prata empilhadas até cerca de 50 cm de altura. Marque uma moeda, misture bem, e peça que alguém, vendado, escolha a moeda marcada na primeira tentativa. Essa seria a mesma probabilidade.

  • Stoner também projetou:

    • 48 profecias → 1 chance em 10¹⁵⁷.

    • Todas as profecias messiânicas (mais de 300) → número tão grande que ultrapassa qualquer comparação imaginável.

Relevância teológica
  • O estudo não “prova” matematicamente a inspiração divina, mas mostra o quão irracional seria considerar que tudo aconteceu por mero acaso.

  • Demonstra a singularidade histórica de Jesus: nenhuma outra pessoa na história poderia se encaixar em tantas profecias messiânicas com tanta precisão.

  • É um argumento apologético clássico usado em sermões, estudos bíblicos e literatura evangelística.

Graça e paz,

Otoniel Medeiros


Referência bibliográfica


STONER, Peter W. Science Speaks: Scientific Proof of the Accuracy of Prophecy and the Bible. Chicago: Moody Press, 1958.

sexta-feira, abril 12, 2024

EPISTOLA DE PAULO AOS FILIPENSES - CAP. 1

 

Otoniel Medeiros


EPÍSTOLA AOS FILIPENSES - ANÁLISE

(Esboço) - Ministração na Igreja de Cristo em Cidade Verde - Parnamirim - RN em 14/04/2024.


A carta aos Filipenses Jesus Cristo é apresentado como NOSSA ALEGRIA. Com pouca teologia Paulo, apóstolo, escreve aos filipenses, uma carta muito pessoal, é uma carta de um amigo para amigos, escreve como pai em Cristo. Como Filipos era uma colônia romana, Paulo encoraja os filipenses a viverem como cidadãos de uma pátria celestial.

  • Atos 16.6-40, relata a evangelização de Filipos por Paulo.
  • Uma carta escrita aproximadamente no ano 62 d.C.
  • Apesar de estar prisioneiro, é a carta da alegria.


CAPÍTULO 1

Destaquemos alguns versículos.

1.1-2: Saudação de Paulo e Timóteo. Juntamente com Timóteo, Paulo cumprimenta com a saudação padrão da Igreja Primitiva - graça e paz. Paulo não se identifica como apóstolo mas com Timóteo como servos. 

1.6: Até o dia Cristo. Deus assegura que estará com os crentes até a volta de Jesus.

1.7: Todos são participantes dessa graça. Nas algemas, na defesa e confirmação do evangelho, há participação da graça.

1.12: As coisas que me aconteceram. Não está preso aos problemas do passado ou do presente.

1.21: Cristo ou lucro. Vida santa abençoada e uma morte santa mais abençoada.

1.23: Estar com Cristo. Quando os cristãos morrem imediatamente estão com Cristo.

1.29: Sofrer e crer. Paulo ensina que tanto o sofrimento como a fé são dons de Deus.

APLICAÇÃO

1-Na Igreja a autoridade é diretamente proporcional ao serviço.

2-Nunca sejamos velhos demais para não usar a graça de Deus.

3-Crente não tem imunidade contra problemas, tem graça.


PONTO DE AFIRMAÇÃO

Como vivemos numa "colônia" do secularismo, a Palavra nos motiva a vivermos como cidadãos de uma pátria celestial.

Otoniel Medeiros

Vídeo correspondente (O link deste esboço está disponível na Descrição do vídeo):


segunda-feira, março 25, 2024

QUAL A LETRA QUE MATA?

 



2Co 3.6:  "Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; porquanto a letra mata, mas o Espírito vivifica! A relevância da Nova Aliança".

"2Co 3.6

Quem também. Ou: "E ele é quem"; ou: "Quem além deste poder, nos tornou ministros adequados." Fez-nos ministros capazes; antes, nos tornou ministros suficientes. Do novo testamento; antes, de uma nova aliança (Jeremias 31.31). O “Novo Testamento” não tem a mais remota conexão com o que chamamos de “Novo Testamento”, ou seja, o livro – que, na verdade, naquela época não existia. A palavra “testamento” significa testamento e, nesse sentido, não implica nem o hebraico berith nem o grego diatheke, ambos significando “aliança”. Em apenas uma passagem do Novo Testamento (Hebreus 9.16, Hebreus 9.17) diatheke significa um “testamento” ou “testamento”. Para saber mais, veja Efésios 3.7; Colossenses 1.25; 1Tm 1.11, 1Tm 1.12. Não da letra, mas do espírito. Em outras palavras, “não da Lei, mas do evangelho”; não daquilo que está morto, mas daquilo que está vivo; não daquilo que é mortal, mas daquilo que dá vida; não de escravidão, mas de liberdade; não de mutilação, mas de autocontrole; não do exterior, mas do interior; não de obras, mas de graça; não de ameaça, mas de promessa; não de maldição, mas de bênção; não de ira, mas de amor; não de Moisés, mas de Cristo. Este é o tema que São Paulo desenvolve especialmente nas Epístolas aos Romanos e aos Gálatas (ver Romanos 2.29; Romanos 3.20; Romanos 7.6, Romanos 7.10, Romanos 7.11; Romanos 8.2; Gálatas 3.10; Gálatas 5.4, etc.). Não da letra. Isto é, não da Lei Mosaica considerada um jugo de externalismo; um duro e inútil "farás" e "não farás"; um sistema que não possuía vida própria e não inspirava vida nos outros; um “imperativo categórico”, majestoso, na verdade, mas antipático e impiedoso. Tanto a Lei como o Evangelho foram escritos; cada aliança tinha seu próprio livro; mas no caso da Lei Mosaica existia o livro e nada mais; no caso do evangelho, o livro não era nada comparado ao espírito, e nada sem o espírito. Fora do espírito. Isto é, do evangelho que encontrou seu penhor e consumação no dom do Espírito. A Lei também era, em certo sentido, “espiritual” (Romanos 7.14), pois foi dada por Deus, que é Espírito, e era uma Lei santa; mas embora fosse tal em si (in se), era relativamente (per acidens) uma causa de pecado e morte, porque era dirigido a uma natureza caída e não inspirava nenhum espírito pelo qual essa natureza pudesse ser libertada (ver Romanos 7.7-25). ). Mas no evangelho o espírito é tudo; a mera letra não é nada (João 6.63). Porque a letra mata, mas o espírito vivifica. Este é um dos numerosos “textos” que foram primeiro mal interpretados e depois transformados, durante séculos inteiros, na base de sistemas errôneos. Sobre este texto, mais do que sobre qualquer outro, Orígenes, seguido pelos exegetas de mil anos, construiu o seu dogma de que a Escritura deve ser interpretada alegoricamente, não literalmente, porque “a letra” da Bíblia mata. A interpretação errônea é extravagantemente indesculpável e, como muitas outras, surgiu apenas do afastamento das palavras de seu contexto e, assim, da leitura de novos sentidos nelas. O contraste não é de forma alguma entre “o sentido exterior” e o sentido interior das Escrituras. “A carta” refere-se exclusivamente à “Lei” e, portanto, tem tão pouca referência à “Bíblia” que foi escrita antes da existência da maior parte do Novo Testamento, e apenas aborda uma pequena parte do Antigo Testamento. Mata. Surgem duas questões.

(1) O que e quem mata? E
(2) como isso mata?

As respostas parecem ser essas:

(1) a carta - a Lei considerada uma carta externa - impõe a sentença de morte àqueles que a desobedecem. Diz: “Aquele que fizer estas coisas viverá nelas”; e, portanto, implica, como costuma dizer, que aquele que os desobedecer será eliminado. É, portanto, uma ameaça mortal. Pois ninguém pode obedecer a esta Lei com perfeita obediência. E

(2) sendo o aguilhão da morte o pecado, a Lei mata ao levar diretamente ao pecado, na medida em que desperta a existência do princípio da concupiscência (Romanos 7.7-11; 1Co 1556; Gl 3.10, Gl 3.21). Mas o espírito dá vida. Este contraste entre uma aliança morta e uma viva é fundamental, especialmente nos escritos de São Paulo (Rm 2.27-29; Rm 7.6; Rm 8.11; Gl 5.8; 1Co 15.45). A Lei apedreja a adúltera; o evangelho diz a ela: "Vá e não peque mais".

(Extraído PULPIT)

Na graça e na paz,

Otoniel Medeiros

segunda-feira, fevereiro 05, 2024

MENE, MENE, TEQUEL e PARSIM

 

Dn 5

O império babilônico cai para os persas no momento do  banquete do rei Belsazar, uma festa da carne, ou seja:
  • dar louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de madeira e de pedra;
  • agredir os princípios do amor de Deus.
Esta semana o Brasil vive a grande festa da carne, também. A nossa oração é para que a Igreja, no corpo das igrejas locais, de coração humilhado, se levante a favor do céu, trazendo a Palavra de Deus, dando glória a Deus, em cuja mão está a vida de todos nós e nossos caminhos, sejamos pesados na balança e não achados em falta, pela Graça do Senhor Jesus, começando pelos Herdeiros da Cruz, da igreja local, Igreja de Cristo em Cidade Verde, Parnamirim - RN.

Na eterna Graça do Senhor Jesus,

Otoniel Medeiros